Category Archives: Cultura

Crise e Lava Jato fazem diploma de engenharia voltar para a gaveta.

Crise e Lava Jato fazem diploma de engenharia voltar para a gaveta

Assim como na década de 1980, formandos deixam a faculdade sem conseguir um emprego na área

Douglas Gavras, O Estado de S.Paulo

 

Gabriel Oliveira estuda para um concurso da Marinha, João Pedro Regazzi foi fazer intercâmbio na Austrália, Vinícius Martins gerencia a retífica de motores da família. Eles passaram no vestibular para cursar Engenharia de Petróleo na Universidade Federal Fluminense (UFF) em 2011, quando ainda se discutia a possibilidade de o País ter um apagão de engenheiros. Cinco anos depois, já formados, o cenário era outro e o mercado de trabalho tinha virado pelo avesso.

UFF Petroleo
Da turma de egenharia de petróleo que entro na Universidade Federal Fluminense (UFF) em 2011, apenas dois atuam na área Foto: Gelsiney da Silva Gomes

“Nas primeiras disciplinas, os professores falavam que todo mundo sairia empregado. Em 2011, teve aquele boom do petróleo. Foi motivador, mas não durou até nos formarmos”, diz Renan Acosta, um dos dois entre 12 colegas do curso que hoje atuam na área como engenheiros. O outro é Arthur Arenari, que conseguiu estágio em uma empresa de medição de poços e foi promovido recentemente a engenheiro.

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A maioria procurou outro trabalho ou foi fazer mestrado, conta Aquiles Oliveira. “Eu desisti da carreira. É uma coisa muito instável. Quando começamos o curso, a situação era outra. Da Petrobrás, só vinha notícia boa, mas tudo mudou”, diz ele, que agora tenta uma vaga na Receita Federal. Mesmo com os concursos em uma maré baixa, ele calcula que na área fiscal as oportunidades serão maiores.

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O pai e o irmão de Vinicius Fraga, que busca uma colocação na área, são engenheiros há mais tempo, mas a experiência não fez diferença. “Meu pai é concursado, mas meu irmão era contratado em uma empresa onde a maior parte foi demitida, inclusive ele.”

Somada à crise, que travou o andamento de grandes obras de infraestrutura e deixou a Petrobrás no centro dos escândalos recentes de corrupção, a queda do preço do barril do petróleo nos últimos anos atingiu em cheio uma das áreas da engenharia mais promissoras para se conseguir um emprego.

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À procura de uma vaga

“Há cerca de cinco anos, as empresas iam até a faculdade, faziam palestras de recrutamento e recolhiam os currículos de quem ia se formar. Era bem diferente”, lembra Bruno Coutinho, formado com a turma em 2016 e hoje na área comercial de uma distribuidora de gás.

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“Não foi só a área de petróleo e gás. Os engenheiros civis foram os que sentiram de imediato o adiamento ou cancelamento de projetos, mas toda obra tem um mecânico e um eletricista”, diz o presidente da Federação Nacional de Engenheiros, Murilo Pinheiro. “Todas as profissões sofreram nos últimos anos, a perda de vagas na engenharia só nos lembra do quanto a economia está longe do normal.”

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Não apagou. Até o primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, o apagão de engenheiros – em que a baixa oferta de profissionais limitaria o andamento de obras e o crescimento do País – não parecia exagero. Uma reportagem publicada pelo Estado em maio de 2010, por exemplo, contava a história de um jovem de 24 anos que comandava uma equipe de 450 operários na construção de um prédio comercial em São Paulo. Os mais experientes diziam recusar trabalho e os iniciantes recebiam ofertas antes mesmo de formados.

Três anos depois, uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) já apontava que não seria assim por muito tempo. Pelo estudo, o número de engenheiros atuando em suas respectivas áreas de formação precisaria triplicar até 2020 para não comprometer o andamento de projetos, mas apenas num cenário em que a economia crescesse a um ritmo de 4% ao ano. Só que 2013 terminou com crescimento de 2,07% e foi seguido por um ano de estagnação e duas quedas do PIB.

O mercado de trabalho de engenharia tem relação direta com o crescimento do País. Nos anos 1980, por exemplo, quando o Brasil também passava por uma forte crise, um caso sempre lembrado é o de um profissional que, sem conseguir emprego, abriu uma lanchonete na Avenida Paulista, em São Paulo, batizada de O Engenheiro que Virou Suco.

Desde 2014, o número de profissionais de engenharia demitidos é maior que o de contratados, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. O saldo de vagas fechou 2016 em queda de 20,7 mil.

O professor Emmanuel Paiva de Andrade, também da UFF, avalia que a Operação Lava Jato, embora importante, contribuiu para derrubar o mercado, que levará um tempo para se reerguer. “Era preciso preservar as empresas. A questão nem é tanto o número de jovens que estão cursando engenharia e se sentem frustrados. O problema são os talentos que deixarão de optar pela carreira pela falta de perspectiva. Se o País vai mal, o engenheiro acaba mesmo virando suco.”

Ipiaú em festas, com muita alegria, apesar das dificuldades economias porque passa o Brasil.

Ipiaú em festas, com muita alegria, apesar das dificuldades economias porque passa o Brasil.

Foto de José Américo Castro.

AUTORIDADES VISITAM O CASARÃO E SINALIZAM APOIO À CULTURA
-José Américo Castro-

Sensacional. Uma semana que alavancou as artes em Ipiaú. Renascimento da cultura em suas linguagens mais interessantes. E o que é mais importante: formação de plateia eclética, reunião de pessoas, reencontros, incentivos, pedidos de continuidade.

Mais de mil pessoas visitaram o Casarão de Zé Américo no decorrer da ultima semana.

As noites no local sinalizaram um tempo de prosperidade no setor, mostraram a capacidade realizadora do Coletivo Cultural de Ipiaú, receberam aplausos e o reconhecimento de todos, inclusive das autoridades.

A prefeita Maria das Graças esteve por lá em algumas ocasiões. Toda a sua equipe, com destaque para o Diretor Municipal de Cultura, Marcelo Costa, também prestigiou o evento, o mesmo ocorrendo com a maioria dos vereadores.

O governador Rui Costa ficou sabendo do projeto e ganhou de presente uma linda mandala do artista Antonio Carlos Sampaio, enquanto o Superintendente de Promoção Cultura da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, Alexandre Simões,verificou in logo a potencialidade artística da cidade e se colocou à disposição no sentido de auxiliar no quer for possível.

Isto também foi evidenciado pelo deputado federal Davidson Magalhães-.

O Casarão “bombou” no melhor sentido da expressão. Foi apenas o inicio de uma serie de atividades que trarão revoluções, revelações e colocarão Ipiaú como centro da cultura territorial do médio Rio das Contas.

Foto de José Américo Castro.

Fotos- O governador e a Primeira Dama recebem o presente do artista; José Américo mostra o livro Portas do Éden ao Superintendente Estadual de Cultura; Rui Costa, Zé Américo e José Mendes(Coordenador do Colegiado do Território de Identidade do Médio Rio das Contas); Representantes do Coletivo Cultural de Ipiaú junto com autoridades governistas.

Foto de José Américo Castro.

Foto de José Américo Castro.

Foto de José Américo Castro.

AUTORIDADES VISITAM O CASARÃO E SINALIZAM APOIO À CULTURA

Foto de José Américo Castro.
-José Américo Castro-

Foto de José Américo Castro.
Sensacional. Uma semana que alavancou as artes em Ipiaú. Renascimento da cultura em suas linguagens mais interessantes. E o que é mais importante: formação de plateia eclética, reunião de pessoas, reencontros, incentivos, pedidos de continuidade.

Mais de mil pessoas visitaram o Casarão de Zé Américo no decorrer da ultima semana.

As noites no local sinalizaram um tempo de prosperidade no setor, mostraram a capacidade realizadora do Coletivo Cultural de Ipiaú, receberam aplausos e o reconhecimento de todos, inclusive das autoridades.

A prefeita Maria das Graças esteve por lá em algumas ocasiões. Toda a sua equipe, com destaque para o Diretor Municipal de Cultura, Marcelo Costa, também prestigiou o evento, o mesmo ocorrendo com a maioria dos vereadores.

O governador Rui Costa ficou sabendo do projeto e ganhou de presente uma linda mandala do artista Antonio Carlos Sampaio, enquanto o Superintendente de Promoção Cultura da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, Alexandre Simões,verificou in logo a potencialidade artística da cidade e se colocou à disposição no sentido de auxiliar no quer for possível.

Isto também foi evidenciado pelo deputado federal Davidson Magalhães-.

Foto de José Américo Castro.

O Casarão “bombou” no melhor sentido da expressão. Foi apenas o inicio de uma serie de atividades que trarão revoluções, revelações e colocarão Ipiaú como centro da cultura territorial do médio Rio das Contas.

Foto de José Américo Castro.

Fotos- O governador e a Primeira Dama recebem o presente do artista; José Américo mostra o livro Portas do Éden ao Superintendente Estadual de Cultura; Rui Costa, Zé Américo e José Mendes(Coordenador do Colegiado do Território de Identidade do Médio Rio das Contas); Representantes do Coletivo Cultural de Ipiaú junto com autoridades governistas.

Vereador Cláudio representou Coletivo Cultural de Ipiaú durante entrega de presente ao governador

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No sábado (30), segunda noite da Festa de São Pedro de Ipiaú, no camarote do evento, o governador Rui Costa e a primeira dama Aline Peixoto foram presenteados pelo Coletivo Cultural de Ipiau com uma belíssima obra de arte do artista ipiauense Antonio Carlos Sampaio.

Presentes na ocasião, a prefeita considerada “embaixadora do nascente novo movimento cultural ipiauense” Maria das Graças; representando o Coletivo Cultural de Ipiaú, o vereador e apoiador da cultura local Cláudio Nascimento; o jornalista e escritor José Américo Castro e o representante do Território Médio Rio das Contas, José Mendes da Ceplac.

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Em entrevista ao IPIAÚ ON LINE o vereador Claudio Nascimento ressaltou a importância do momento: ” A cultura e os artistas ipiauenses estão ocupando um lugar de destaque no cenário regional de onde nunca deveriam ter saido.

A semana da Exposição de Arte e Cultura no Casarão de Zé Américo está marcando, de forma contundente, o reinicio de um movimento cultural e está enchendo de entusiasmo a classe artística ipiauense e seus admiradores”. Ipiaú on Line

Mochilas escolares de Jequié viram noticia no mundo todo

 

22 DE ABRIL, O PRETENSO DIA DA DESCOBERTA DO BRASIL.

PARABÉNS A TODOS NÓS PELA IMPORTANTE DATA DE HOJE 22 DE ABRIL – O DESCOBRIMENTO DO BRASIL.

Ainda hoje, a data de 22 de abril é marcada oficialmente como o dia em que a Coroa Portuguesa anunciou o descobrimento das terras brasileiras. Durante muito tempo, esse evento de dimensões históricas foi interpretado como o resultado de uma aventura realizada por corajosos homens do mar que se lançaram ao desconhecido e encontraram uma nova terra. Contudo, apesar de empolgante, existem outras questões por trás dessa versão da história que marcou o ano de 1500.
Mesmo antes de chegar ao Brasil, a Coroa Portuguesa estava inserida em uma acirrada disputa econômica onde os estados nacionais europeus disputavam a expansão de suas atividades mercantis. Dessa forma, cada avanço tecnológico, terra conquistada ou rota descoberta tornava-se um precioso “segredo de Estado”. Antes de sair anunciando uma conquista aos quatro ventos, os governantes daquela época avaliavam minuciosamente os interesses e circunstâncias que envolviam esse tipo de exposição.
Uma das primeiras pistas que nos indicam esse tipo de planejamento envolvendo o descobrimento do Brasil se deu quando Portugal exigiu a anulação da Bula Inter Coetera e a assinatura do Tratado de Tordesilhas. Afinal de contas, por que os portugueses repentinamente chegaram à conclusão de que uma nova divisão das terras coloniais deveria ser realizada? De fato, essa é uma das muitas outras questões que fazem a versão romântica do descobrimento cair por terra.
Quando chegamos em 1500, o rei português Dom Manuel I autorizou que o navegante Pedro Álvares Cabral organizasse uma esquadra que, segundo consta, deveria aportar na Índia. Para tal propósito foi designada o uso de oito naus, três caravelas, um navio de mantimentos e uma caravela mercante. Além disso, foram convocados aproximadamente 1500 homens, incluindo capitães, tripulantes, soldados e autoridades religiosas.
Entre esses vários participantes da viagem marítima estava o cosmógrafo Duarte Pacheco da Costa, que, segundo aponta alguns historiadores, tinha participado de uma expedição secreta que já havia chegado ao Brasil no ano de 1498. Além disso, um ano após essa sigilosa viagem, outros indícios apontam que os navegadores Américo Vespúcio e Vicente Pinzón também fizeram uma breve visita ao Brasil. Mais uma vez, fica difícil acreditar que os portugueses não sabiam o que estavam fazendo.
Para celebrar a partida de Pedro Álvares Cabral e seus experientes auxiliares para essa viagem ao Oriente, o rei organizou uma enorme festa de comemoração que contou com a presença de espiões de outras nações mercantis da Europa. Dessa forma, nada poderia levar a crer que os dirigentes portugueses tinham outro plano, senão, circunavegar a costa africana e – assim como Vasco da Gama – realizar um novo contato comercial com os indianos.
Contudo, mesmo estando muito bem amparada, a esquadra de Cabral “repentinamente” seguiu uma rota marítima completamente inesperada. As embarcações tomaram distância da costa africana e realizaram uma passagem pela ilha atlântica de Cabo Verde. Depois disso, seguiram uma viagem tranquila que percorreu 3600 quilômetros a oeste. Passados exatos trinta dias da passagem por Cabo Verde, os navegantes portugueses avistaram o famoso Monte Pascoal.

Chegando ao território brasileiro, inicialmente chamado de “Vera Cruz”, o escrivão oficial, Pero Vaz de Caminha se pôs a tecer um relato sobre as terras, mas sem citar nenhum tipo de surpresa por parte de seus companheiros. Depois do reconhecimento das terras, Pedro Álvares Cabral não fez questão de contar pessoalmente sobre a presença de “novas terras” a oeste. Ao invés disso, partiu para a Índia e mandou o navegante Gaspar Lemos oficializar a descoberta levando a carta de Pero Vaz ao rei.
Apesar de tantas evidências justificarem a ação premeditada dos portugueses, não podemos deixar de salientar que o enfrentamento dos mares era uma tarefa de grande peso. As más condições de higiene, a falta de água e alimentos tornava a viagem um admirável desafio. Além disso, só depois da oficialização feita em 1500 é que se vivenciaram os tantos outros episódios que, ao longo dos séculos, explica a peculiar formação da nação brasileira. – Por Rainer Sousa – Mestre em História.

PRAÇA JOÃO CARLOS HOHLENWERGER: UM MONUMENTO À EMANCIPAÇÃO DE IPIAÚ

Foto de José Américo Castro.

-José Américo Castro-

Foto de José Américo Castro.
Um dos embriões de Ipiaú foi o espaço onde hoje está localizada a Praça João Carlos Hohlenwerger e imediações. Originalmente esta região da cidade era conhecida pelo nome de “Fuá” e aglutinava pessoas simples, muitas provenientes da zona rural que traziam seus produtos para negociar no povoado.

No ano de 1916 o povoado passou à condição de Distrito de Paz com o nome de Alfredo Martins. Décadas depois surgiam duas feiras livres na área do antigo “Fuá”. A primeira na Praça Virgílio Damásio e a outra na Praça João Carlos Hohlenwerger.

No decorrer do tempo o local sofreu transformações, ganhando novos estabelecimentos, armazéns de cacau, órgãos públicos, lojas e até uma agencia do Banco do Brasil. Enfim, tornou-se um dos pontos mais movimentados do centro de Ipiaú.

A Praça João Carlos Hohlenwerger não é propriamente um espaço de lazer, mas tem uma turma que a utiliza para animadas partidas de dominó. A sua denominação veio em homenagem a um homem que muito lutou pelo processo de emancipação política deste município.

Com tanta historia não poderia deixar de abrigar em sua parte central o monumento mais significativo da cidade. Tratasse de uma replica da Estátua da Liberdade, tendo em sua base placas com inscrições alusivas ao grande feito.

Ali se encontra o telegrama do então governador Juracy Magalhães anunciando a elevação do então distrito de Rio Novo à condição de município autônomo. Em outra placa está inscrita a gratidão dos munícipes ao Dr. Alfredo Brito (na época Secretario de Saúde do Estado) que contribuiu com a emancipação.

Inaugurado em 2 de dezembro de 1934 sob a administração do prefeito Antonio Augusto Sá,o monumento foi inicialmente afixado na Praça Rui Barbosa e depois transferido para a Praça João Carlos Hohlenwerger.

A partir da Copa do Mundo de 1974 a Praça João Carlos Hohlenwerger passou a ser palco de comemorações das vitórias da Seleção Brasileira na maior competição futebolística do planeta. Com isso recebeu o apelido de “Praça Brasil”.

Quem promovia a festa, inclusive a sua decoração com bandeirolas e outros adereços, era o artista plástico Herbeth Campos.

Foto de José Américo Castro.

JOÃO CARLOS HOHLENWERGER, o homem que emprestou seu nome para a denominação oficial da praça, era de origem suíça-alemã e tinha a patente de Coronel da Guarda Nacional. Chegou na região por volta do ano de 1916. A ele coube a iniciativa de tentar a emancipação política do povoado.

Na segunda metade da década de 1920 o distrito já tinha sido elevado à condição de vila com o nome de Rio Novo e João Carlos continuava pleiteando a sua alforria política. Deslocava-se até a capital do estado, onde, em prolongadas audiências, tratava do assunto com o governador J.J. Seabra e outras autoridades.

“O Coronel João Carlos era uma figura impressionante. De estatura baixa, gordo rotundo, vermelho, calvo, farto bigode torcido nas extremidades, parecia um barão”, descreve o historiador Clemilton Andrade em seu livro “Uma vida em várias épocas e lugares”.

João Carlos Hohlenweger deixou uma descendência de sete filhos, dezenas de netos, bisnetos, tataranetos e um exemplo de grande amor pelo lugar que lhe acolheu.

Foto de José Américo Castro.

FOTOS- A praça em dois ângulos; o coronel João Carlos Hohlenweger; as placas na base do monumento; a replica da estatua de Liberdade sob bandeirolas de uma decoração.Quem fez a foto da estatua foi Marcone Motta.

Foto de José Américo Castro.

José Américo em Ilhéus, no Sarau do Poeta.

Foto de José Américo Castro.

 

JOSÉ AMÉRICO EM ILHÉUS NO SARAU DO POETA.

 

 

 

NO SARAU DO POETA


-JOSÉ AMÉRICO CASTRO-


E ASSIM DE OUSADO, PORÉM CONVIDADO, SUBIR AO PALCO DO TEATRO MUNICIPAL DE ILHÉUS E DECLAMEI TRÊS POESIAS NO ESPETÁCULO “SARAU DO POETA”, DO ATOR, APRESENTADOR E POETA JACKSON COSTA.

O ATO, NA NOITE DA ULTIMA SEXTA-FEIRA, 10, FOI ASSISTIDO POR UMA PLATEIA REPLETA DE AMIGOS, IRMÃOS DO CORAÇÃO. PURA GENEROSIDADE DE JACKSON AO TER ME COLOCADO EM CENA.

“TUDO VALE A PENA SE A ALMA NÃO É PEQUENA”, DISSE O ATOR EVOCANDO FERNANDO PESSOA NAQUELE DIÁLOGO ENTRE MÚSICA E POESIA, ONDE O SEU TALENTO CÊNICO FOI AMPLIADO PELA MUSICALIDADE DE JOAQUIM CARVALHO, NO VIOLÃO E VOZ; EDDIE SANTANA (DINHO), NO VIOLÃO E VIOLINO; E SIDNEY ARGOLO, NA PERCUSSÃO.

ELES TROUXERAM A ESSÊNCIA DA ALMA LÍRICA NORDESTINA, COM A BAHIA E A NAÇÃO GRAPIUNA, EM GREGÓRIO DE MATTOS, DORIVAL CAYMMI, JORGE AMADO, CASTRO ALVES, RAMON VANE, JOSÉ DELMO, SOSÍGENES COSTA E OUTROS SENHORES DOS VERSOS E PROSAS.

TAMBÉM SUBIRAM NO PALCO OS MELODIOSOS JAN COSTA E MARCELO GANEM. DERAM CONTA DO RECADO, ARRANCARAM APLAUSOS, TEMPERARAM A REALEZA DO ESPETÁCULO QUE O BRASIL INTEIRO PRECISA ASSISTIR.

SUBLIME, SIMPLESMENTE SUBLIME, JACKSON COSTA COM SUA TRUPE NESTE SARAU DE GRANDEZA E GENEROSIDADE.

AS FOTOS FORAM CLICADAS POR GILSON SANTOS.

Final de semana fantástico!!!
Teatro municipal de Ilhéus
Participação especial de José Américo Castro

Salvador: Alinne Rosa brinca com ACM Neto: ‘Danadinho, ficou solteiro na boca do Carnaval.

Alinne Rosa brinca com ACM Neto: ‘Danadinho, ficou solteiro na boca do Carnaval'

Foto: Francisco Carlos/ Ag. Haack/ Bahia Notícias

A cantora Alinne Rosa deixou o prefeito ACM Neto em uma saia justa nesta terça-feira (28) de Carnaval durante sua passagem pelo Campo Grande. A cantora brincou com o fato de o prefeito ficar solteiro uma semana antes do Carnaval. “Esse prefeito é danadinho. Ficou solteiro na boca do Carnaval”, disparou a ex-vocalista da banda Cheiro de Amor, para a surpresa de Neto. “Quem quer que ACM Neto vem aqui dançar comigo no trio?”, afirmou Alinne. “Quem vai no chão é ele”, cantou Alinne.

 

Alinne Rosa brinca com ACM Neto: ‘Danadinho, ficou solteiro na boca do Carnaval.

 Alinne Rosa brinca com ACM Neto: ‘Danadinho, ficou solteiro na boca do Carnaval'
Foto: Francisco Carlos/ Ag. Haack/ Bahia Notícias

A cantora Alinne Rosa deixou o prefeito ACM Neto em uma saia justa nesta terça-feira (28) de Carnaval durante sua passagem pelo Campo Grande. A cantora brincou com o fato de o prefeito ficar solteiro uma semana antes do Carnaval. “Esse prefeito é danadinho. Ficou solteiro na boca do Carnaval”, disparou a ex-vocalista da banda Cheiro de Amor, para a surpresa de Neto. “Quem quer que ACM Neto vem aqui dançar comigo no trio?”, afirmou Alinne. “Quem vai no chão é ele”, cantou Alinne.

O prefeito de Salvador ACM Neto é admirador declarado do Carnaval. É folião inveterado e sempre encontra um espaço na agenda para curtir um pouco dos festejos de Momo. Não foi diferente nesta terça-feira (28), último dia da folia. Reproduzindo uma cena de 2015, quando foi até o chão com Alinne Rosa em um trio, o prefeito “meteu dança” novamente com a cantora, ao som de um sucesso de Leo Santana: “Maravilhosa é ela”. Um vídeo do momento foi postado nas redes sociais de Neto. De uma coisa não há dúvidas: quem vai no chão é ele.

 

 

 

Terça, 17 de Fevereiro de 2015 – 16:46

ACM Neto ‘quebra até o chão’ com Alinne Rosa no Campo Grande

ACM Neto 'quebra até o chão' com Alinne Rosa no Campo Grande; Veja vídeo

Foto: Reprodução/ TV Bahia

Terça, 17 de Fevereiro de 2015 – 16:46

ACM Neto ‘quebra até o chão’ com Alinne Rosa no Campo Grande

O prefeito ACM Neto compareceu ao bloco privado Papa, comandado por Alinne Rosa, para mostrar suas habilidades na dança. O gestor desceu até o chão na tarde desta terça-feira (17) ao som de músicas do pagodeiro Igor Kannário. As músicas representam uma das jogadas da prefeitura de incluir Kannário no circuito do Carnaval, após diversos pedidos dos fãs. 

Foto: Emmanuel Carneiro/Ag Haack

Ipiaú: Vereador Orlando Santos faz indicações por revitalização de áreas esportivas

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Na Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores nessa terça-feira(21), o vereador Orlando Santos apresentou algumas Indicações ao Poder Executivo, assim como: revitalização da área de lazer do Rio Novo ( Campo da Baixada ), contando também com a construção de vestiários e arquibancadas no campo; revitalização da área de lazer no Areião do Arara; revitalização da área de lazer Areião do Arara; revitalização do campo de futebol do Bairro ACM e reativação da área de lazer Mangabeira, mais conhecida como “Toca do Leão”, na Avenida São Salvador. Na oportunidade, o edil justificou suas indicações afirmando que as citadas áreas, uma vez beneficiadas, ofereceriam conforto e segurança aos esportistas e ao público que acompanha as partidas. ” O campo de futebol é um dos poucos locais de entretenimento e lazer da nossa cidade”, afirmou Orlando.